| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | |||||
| 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 |
| 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 |
| 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 |
| 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 |
| 31 |
Parece que os vereadores Alexandre Dentista e José Antonio de Freitas Campos, o Tuco, querem manter a atitude de avestruzes no que diz respeito à denúncia feita contra o primeiro e a defesa que Waldemar Ribeiro fez da acusação, feita por Tuco, que ele trabalhava em troca de pagamento na campanha de Alexandre Maia, quando este candidatou-se a deputado federal.
Na última sessão da Câmara, aliás uma das mais curtas dos últimos tempos, apenas o vereador Waldemar Ribeiro fez uso da palavra. Os outros preferiram o silêncio.
Em conversa com a reportagem do CORREIO DOS LAGOS o vereador Alexandre de Almeida disse que não responderia ao jornal porque a versão dele não seria publicada de forma correta. O desafio que foi lançado a ele: gravamos a reportagem para ver se os termos dela será respeitado. O vereador se esquivou e ainda pediu para que lêssemos o “contrato mais atentamente”.
Atendemos o pedido do vereador. Não há leitura que modifique o entendimento, não apenas do jornalista mas de outros solicitados por nós: Alexandre Dentista obriga, contratualmente, um assessor, pago com dinheiro do poder legislativo, a dividir seu salário com outro. Isto é ilegal, além de imoral.
Na falta de argumentos de defesa, talvez o certo seja mesmo continuar como avestruz, cabeça enfiada no buraco. Pelo menos fica claro que quem tem voz para apontar erros nos outros, não consegue levanta-la em sua própria defesa.